quinta-feira, junho 29, 2006

(...who let the dogs out?)

Dessa vez eu sonhei com cachorros. Vários, milhares deles. Eles saltavam absurdamente alto e conseguiam pular o muro para a minha casa.

Um doberman mordeu o braço da minha irmã, o que significa "mexericos proveniente de amigos". Eu confundi um cachorro/hiena com o meu dog falecido e não tenho a mínima idéia do que isso significa.

Coisa esquisita é sonhar com cachorros. Mas mais esquisito é ir procurar o significado do sonho no Dicionário e descobrir que existem mil e um significados.

Bom seria se os sonhos viessem com legenda. Bom seria se eu conseguisse saber o que evitar durante o dia. Como nada disso é possível, o jeito é lidar com as situações no momento em que acontecem.

quarta-feira, junho 28, 2006

(...yes, it was my way)

I've lived a life that's full -
I've travelled each and every highway.
And more, much more than this,
I did it my way.


Como eu sou boba. Às vezes me pego chorando por um email, chorando porque não posso comprar comida pra todo mundo que passa fome ou porque escolhi uma coisa e, por isso, tive que abrir mão de outra.

Às vezes eu choro porque não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo, porque o peso do Mundo é grande demais e eu não consigo suportar tudo. Às vezes choro por bobagem, por um filminho triste que mostra a desgraça da vida. E nenhum filme consegue me fazer chorar mais do que A Corrente do Bem.

Mas hoje me peguei chorando pensando na minha avó. Não, ela não está doente. Fora uma dor no joelho e algumas crises de memória, ela vai muito bem, obrigada.

To think I did all that,
And may I say, not in a shy way -
Oh no. Oh no, not me.
I did it my way.

Minha avó é uma figura. Ela copia as respostas da Cruzadinha na cara dura e diz que é pra, da próxima vez, saber como responder. Ela me conta mil vezes a mesma história de quando era mocinha e explica o valor das amizades, o valor de se escolher o cara ideal pra casar.

Minha avó faz questão de cozinhar todos os dias, mesmo quase chegando aos 80, mesmo com o joelho doendo.

E por mais que eu saiba que ainda temos muitos anos juntas, não posso deixar de pensar que o tempo dela está escorrendo muito rápido. E é a minha única avó viva.

Às vezes ela chora quando a emoção é muito forte. Lembro dela chorando quando cheguei em casa da minha formatura. E sei exatamente o som do choro da minha avó, assim como sei o som do choro da minha mãe e da minha irmã.

Espero não ter que ouvir o choro de ninguém por alguns bons (muitos!) anos - a não ser que seja choro de felicidade. Espera, vó. Logo logo eu te dou mais motivos pra se orgulhar! Espero que a senhora possa conhecer seus bisnetos - vai demorar um pouco, mas chegaremos lá.

segunda-feira, junho 26, 2006

(...neither heaven nor space)

Once upon a time a little girl was born. Actually, she wasn't so little. She was pretty big for a baby. As the years passed by, the girl didn't grow everything she had to. Now, she's a little short. She'll never make it to the NBA.

But the girl was born with a natural sense of humor. And let's face it, she had charm. She could wrap everyone she DIDN'T want around her (long) fingers. But never those she wanted...
She'd get shy and act weird and that's not the recipe to make people fall in love with you.

One day, the girl thought that living alone was sad. So she moved to a place Far Away, to rescue an old lady. But in that place, she never had her own room. She just occupied another's. And she lost her old room in her Old Town. Now it belongs to her sister...

And sometimes, the little girl feels sad 'cause she doesn't know where she lives. She has no room, in any of those two places. Sometimes she misses her mommy. And sometimes she misses her pillow.

She just plain misses her home. But the thing is, she doesn't know where her home is anymore.
She wants to stay. But she wants to go. She has friends here. But she misses her bed there. Here there's tv and computers. There she has her sister to yell at, to bite, to hug, to bother.

I don't know if I want to live in Oz or Kansas, Toto. I don't think I can choose.


(...reality's a matter of a clarity of mind)

Eu não sou boa com pessoas, eu sou boa com palavras. Não sou boa com garotos, sou uma grande conquistadora de crianças. Não sou a que mais fala sobre si, mas posso ser uma ótima ouvinte, uma ótima amiga - desde que você não dependa que eu saia de casa todo dia, a toda hora, só pra te ver e que ature minhas crises egoístas e existenciais.

Meu ser virtual é ótimo. Eu sou mesmo uma figurinha, cheia de graça, de simpatia, de piadinhas infames. Meu ser real é sombrio, fechado, com cara de garota metida, birrenta.

No fundo, são só fachadas. Não sou tão simpática quanto meu lado virtual demonstra e nem tão antipática quanto o real aparenta ser.

Não sou tão humilde, mas nem tão modesta. Não me acho bonita, só me acho normal. Não me acho inteligente, acho que o mundo é burro.

E grande parte de mim acredita que tudo se resolve com o tempo. Mas uma pequena parte detesta esperar o tempo necessário para que as coisas se resolvam.

Não me vejo escolhendo outra profissão, mas não acho que fiz a escolha certa. Ainda questiono a minha capacidade de escrever sobre pacotes turísticos para lugares que nem conheço, mas é tudo uma questão de adaptação, não é?

Todo mundo fica lindo de maquiagem e com a roupa e corte de cabelo certos. Todo mundo parece inteligente fazendo pose e usando óculos. Todo mundo usa máscara.

Eu me recuso a usá-la aqui. Já basta ter que fingir pro mundo que sou invencível.

(...i only own my mind. i am mine)

Estou sempre em dúvida. Sempre.
Parte de mim quer fugir, pegar o atalho, deixar pra lá. A outra insiste em ficar, em lutar, em enfrentar a vida de frente. Parte de mim deseja ser sonsa, idiota. A outra parte detesta o que essa parte pensa.

Capricórnio, ascendente em peixes.
Como se só isso explicasse o paradoxo das múltiplas personalidades. Como se isso explicasse a indecisão, a insegurança, a fonte de auto-crítica e, ao mesmo tempo, a sensação de ser inatingível, superior.

É como se eu fosse o Yin e o Yang de mim mesma. Como se tudo em mim fosse feito de opostos: o mau humor e a palhaçada, a menina e a mulher, a Rainha do Gelo - que não demonstra nada, nunca - e a garotinha que sempre busca aprovação, que tenta agradar de toda forma, que faz tudo por quem ama.

A realidade é que eu não aguento mais dizer que quero e no próximo minuto estar de malas prontas mentalmente. E o pior é que eu não consigo parar.

F.u.c.k.i.n.g. s.h.i.t.

Estou cansada de me questionar, de ser a guilhotina e o condenado, de ser a crítica e o criticado ou o júri e o réu. Dá pra desligar alguma das metades, só por umas horas? Assim talvez eu não me sinta tão controversa à mim mesma...

Simplifique, garota.

quinta-feira, junho 22, 2006

(...a ordem dos fatores não altera o produto)

Mudei de msn há algum tempo e, a princípio, só adicionei as pessoas com quem converso freqüentemente. Os outros da lista - da minha lista de quase 200 pessoas - acabei deixando pra trás.

Com o tempo, fui adicionando mais e mais gente. Gente que perguntava meu msn no orkut, gente com quem eu "dialogava" por blogs, gente que baixou música no soulseek e resolveu que meu gosto musical era bacana e valia uma conversa prolongada.

Tudo isso me rendeu 90 contatos e uma nova amiga internacional (que anda meio sumida). Rendeu também dor de cabeça. Às vezes esqueço de colocar BUSY MODE: ON e surgem milhares de janelas na minha tela. E é justamente quando o chefe tá ao lado, o que não é nada legal...

Mas não é disso que quero falar. A idéia inicial do post era demonstrar como até mesmo a classificação dos meus contatos no msn - e no orkut - é confusa pra mim. Não sei se coloco aquela amiga no grupo "Antigo Trabalho" ou deixo no grupo "Amigos". Não sei se encaixo minhas melhores amigas no grupo "Família" ou deixo no "Amigos" mesmo. Não sei se coloco o Cris no trabalho ou nos amigos. Os amigos que roubei dele, no "Turma do Cris" ou no "Amigos de Amigos". Nenhuma classificação faz lógica! Não na minha cabeça bagunçada!

...outra coisa que percebi com essa bagunça toda é que, não importa pra qual meio eu tenha migrado, sempre levo comigo o meu amigo alemão, Manuel. Já faz uns 6 ou 7 anos que a gente se conhece "virtualmente". Cool, huh?

...e por falar em Alemanha, o Brasil jogou muito melhor hoje. Estou quase orgulhosa!

quarta-feira, junho 21, 2006

(...iMEUDEUS)



...e eis que surge alguém pra apontar pra caixinha de conexão wireless dos MACS e proclamar: é um minibook!

quinta-feira, junho 15, 2006

(...did i pass the acid test?)

Confesso: sou uma grande fã de testes. Teste de fidelidade, teste de anemia, teste de sanidade. Já testei meu QI, meu senso de humor, minha religião. Já fiz teste pra saber qual a minha vocação, pra ver qual signo combina comigo e até pra saber que tipo de mãe serei.

Testes - em todas as suas formas - são bem engraçados. Eu me divirto um monte com os resultados - até quando eles não parecem bons e proclamam que sou antisocial!

Mas o que posso fazer se, apesar de todos os testes que fiz, ainda não aprendi a manipulá-los?

You Are Chocolate Chip Ice Cream

You are kind, popular, and generous.You tend to be successful at anything you try.A social butterfly, you are great at entertaining a crowd.
You are most compatible with strawberry ice cream.

(...jobs, james and drinks)

Às vezes criar um anúncio é bem mais difícil do que parece - ainda mais quando você não tem todas as informações que precisa.

Mas depois de um dia - ou três - de trabalho, é sempre bom anestesiar o cérebro com musiquinhas, luz de strobo e uns 4 copinhos de cerveja.

Damn, só não precisava ter chacoalhado tanto a cabeça ou acertado a nuca no balcão do bar.

Ah! O James aumentou a entrada. Que popezinhos que eles são! Tão achando que véspera de feriado é pra cobrar mais caro? Ou que eles tão na moda e podem instituir a entrada a R$6 no meio da semana? Quarta rock, né?

Tô falida, fud1d4 e com sono. Pelo menos já fiz xixi.
E o aniversariante? Esse passou mal.

terça-feira, junho 13, 2006

(...who will be the one to marry me?)

Crystina Carolina passou 12 de junho sozinha (ou quase). E o pior de tudo é que se casou com trabalho e esqueceu que 13 de junho era dia de fazer promessa.

Promessa pra achar o príncipe encantado, pra arranjar namorado. Promessa pra ter alguém, pra não perder o amor, pra amarrar aquele ficante. Crystina sabe que existe simpatia pra tudo, é só procurar no Google.

Mas Crystina Carolina perdeu a hora. Perdeu o dia. Perdeu o bonde. No fundo, não se sente preparada pra acomodar outra pessoa na sua vida, para abrir mão de seu jeito mimado, pra dividir a si mesma com outro alguém.

Crystina Carolina é uma garota de escolhas: escolhe todo dia isolar o mundo e continua esperando pelo príncipe encantado, pelo cara que preencherá a vaga de par ideal na novela.



(...ainda estou pensando se isso está muito longe no script)




Feliz cinco minutos finais de Santo Antônio!
Espero que você tenha feito seus pedidos.

(...i am the walrus. goo' goo' good job!)

Sou uma cabeça oca: deve ser por isso que os elogios entram por um ouvido e saem pelo outro, sem nem mesmo reverberar dentro da caixa craniana.

De qualquer forma, é muito bom saber que você causou uma boa impressão no "chefe" ao matar seu primeiro job. É bom saber também que ele valoriza sua opinião e que ela até contribui para o trabalho da equipe.

Não achei que fosse ganhar um "parabéns" logo de cara. Mas também não achei que ia me integrar tão fácil à vida de agência e almoçar pizza no meu segundo dia.

No fim, o cliente pode não ter aprovado as peças (todo mundo sabe como é cliente), mas isso não afeta a opinião do Diretor de Criação :)

quinta-feira, junho 08, 2006

(...somewhere over the rainbow)

Toto, eu tenho a impressão de que não estamos mais no Kansas.


Dr. Mark Green faleceu ontem à noite. Provavelmente não foi ontem, mas estavam reprisando o episódio em que ele morre.

De repente me deu uma tristeza.

Ao contrário do Otávio Jordão, o Mark não vai voltar - eu acho. E ver o Peter Benton, o Carter e a Susan no enterro foi como ver E.R. (Plantão Médico) nas suas primeiras temporadas. Os personagens principais estavam lá, faltavam só Doug e Carol - e o Mark, que supostamente estava no caixão.

Depois de 11 anos de série, é como se os personagens fizessem parte da sua vida. Aconteceu com Arquivo-X, acontece com Gilmore Girls e foi assim também com E.R. e Friends. Eles eram meus amigos, droga! Me faziam rir - ou chorar, ou ter medo, ou acreditar - quando apareciam na telinha. Quem esses autores pensam que são pra matarem meus personagens favoritos?

Hmpft.

(...descobertas)

eu uso laquê. eu não sou normal.
:D

quarta-feira, junho 07, 2006

(...i'm gonna start a revolution from my bed)

Nunca fui fã de política, de revolução, de guerra. Acho que a mídia manipula, que a massa é burra e que o povo sofre.

But you see, não acredito em mudança pela violência. Quem paga são os laranjas. E os manipuladores, os cabeças, saem livres. Não acredito em invasões, em depredação e nem em revolução armada. As táticas de guerrilha pra mim são o cúmulo! E movimentos como o MST ou o daqueles estudantes que invadiram a Reitoria são inconcebíveis.

Talvez porque eu seja uma pessoa racional. Talvez porque eu não acredite em promessas de políticos - e pode ter certeza de que sempre tem um petista no meio das "manifestações" (se não for petista é dissidente). Ou quem sabe eu seja só uma burguesa, conservadora de direita, que votará no Alckmin nem que seja pra vê-lo perder pro Lula.

Toda pessoa tem direito a defesa de seus direitos. Mas quem tenta ganhá-los à força, pra mim perde a razão. E se perdeu a razão, ficou sem direito.

E essa massa, tão manipulável, me dá nojo. Desgosto. Às vezes sinto asco por ser humana. Ai lembro que nem todo mundo é rebelde sem causa, que nem todo mundo acha que depredar - sem motivo, sem razão - é uma forma legal de passar o dia.

No final, não é o dinheiro destes pobres coitados que está sendo gasto (muitos nem imposto pagam! e a gente ainda paga pra eles! bolsa família, bolsa educação, vale-gás, luz fraterna e tantos outros programas que não resolvem o problema). É o nosso que vai pro ralo cada vez que um vidro é quebrado e precisa ser reposto. Cada vez que um terminal de computador é destruído por ignorância.

EU ODEIO GENTE BURRA!
E tenho dito. Porra!

(...todos os dias é um vai e vem)

A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar

Depois do dia da besta vem o dia da abestada. Só eu mesma pra sair correndo pro aeroporto sem pentear o cabelo. Numa dessas, vai que eu encontro meu prince charming, né?

Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar


E não é que tinha um gatíssimo lá? De pullover, camiseta básica, calça jeans clarinha e all star, tinha maior cara de moleque e lançou um sorrisinho bobo na minha direção, enquanto eu ria da situação ao redor, da típica cena de filme americano.

Enquanto alguns esperavam com seus papéis de nomes de pessoas ou empresas, outros retiravam suas bagagens e empurravam seus carrinhos, sem se importar em que pé eles passariam por cima. No meio dos abraços, da espera, dos beijos, haviam também políticos e publicitários, além de um segurança pra lá de autista. Coisas de aeroporto.

Ultimamente tenho passado tanto tempo lá que já estou até decorando o texto da moça do alto-falante.

Vôo 3881, proveniente de Brasília. Vôo tres-ocho-ocho-uno de Brasilia. Flight three-eight-eight-one from Brasilia...

(...i'm going through changes)

Gastrite de Publicitária 1.0 não é melhor nem pior que de Perdida 2.2: as causas é que são diferentes.

Ainda bem que o remédio é sempre o mesmo.

terça-feira, junho 06, 2006

(...six, six, six, the number of the beast)

Os passarinhos cantam lá fora. Parece que vai fazer frio. Nada de muito diferente para uma manhã de "inverno". É por isso que nem me liguei na data e na profecia de que o mundo acaba hoje, afinal o mundo como o conhecemos está acabando desde sempre - e a degradação é tão lenta que a gente nem percebe.

O que me fez rir foram as comunidades que surgiram no Orkut sobre o dia. E o perfil de um amigo meu que resolveu colocar uma foto de zumbi.

Olhem só o que achei num dos tópicos da maior comunidade sobre o assunto:

"Isso mesmo... brinquem com o desconhecido. uma hora, uma dessas profecias vai acontecer. aí... vou ter muita pena de vcs. Desperdicem mesmo o tempo precioso que vcs tem"

Ora, pois, se o mundo está acabando, como é que ele vai rir, se ele também será extinto?
Ai ai ai, esses humanos, viu?


In time: lembrar de sair com o cd do REM, just in case. Se o mundo não acabar, pelo menos até o fim do dia eu já consegui acompanhar o Michael em "It's the end of the world as we know it" (ou não, visto que eu tento há anos e até agora não consegui! :P).

quinta-feira, junho 01, 2006

(...but i fear i have so much to lose)

Quais são as 10 coisas que você mais teme na vida? O que te dá calafrios? O que te faz perder o sono a noite?

Eis aqui minha lista, recém formulada:
(com o passar do tempo posso adicionar ou remover itens dela, mas essas são as coisas que temo no momento)

1) Perder pessoas que amo ;
2) Ver quem eu amo sofrer e não poder fazer nada ;
3) Morrer e fazer quem eu amo sofrer (veja bem, meu medo não é *MORRER*, é fazer sofrer quem eu amo, o que pode ou não ser a mesma coisa que o ítem 2) ;
4) Freddie Krueger ;
5) Jacqueline Saburrido ;
6) Espíritos ;
7) Solidão total, embora a parcial seja muito valorizada de vez em quando ;
8) Passar a vida inteira sem saber pra que eu nasci, sem descobrir qual a minha profissão "ideal" ;
9) Não achar a tampa da minha panela ;
10) Ter que viver de mesada e não ter dinheiro pra sustentar meus (futuros) filhos.

Tá, a lista parece meio insana. Mas ainda vou listar tudo com mais calma.
Por enquanto, that's all folks!

(...fear of the dark)

I have a constant fear that something's always there
I have a phobia that someone's always near.

Aquilo que mais me dá medo, é o que mais me atrai.
Curiosidade é mesmo foda. Mas minha memória fotográfica é pior.

Só de citar o nome da garota, já me vem aquela imagem horrível do email.
Não procurem por Jacqueline Saburrido.


Eu disse NÃO PROCUREM!
Mas caso você já tenha ido até o Google, sabe que é uma das coisas mais aterrorizantes de se ver. Pelo menos foi pra mim.
Não importa se tenha visto o email há 6 ou 7 meses, ainda lembro das imagens com detalhe.

E pode apostar que vou sonhar novamente com a garota. Que vou ter, novamente, pesadelos com seu rosto desfigurado.

No fim, existem coisas piores do que a morte.
Perdão, Táta, por aterrorizá-la!