Pensei em começar o post dizendo que todas as crianças são sortudas. Algumas mais do que as outras.
O Bono ter puxado o pequeno Victor - acredito que este seja o nome do menino - pra cantar Miss Sarajevo com ele foi emocionante. Mas o que dizer da garota que subiu pra cantar With Or Without You?
Totalmente virada pra lua, a menina não só subiu no palco como também ganhou um selinho do Bono. Durante WITH OR WITHOUT YOU! (nem preciso dizer que é uma das minhas músicas favoritas, certo?).
Hot spots no show:
1) O Bono tem mais carisma que o Jagger.
2) O show do U2 foi muito melhor que o do Stones.
3) As músicas One e With Or Without You.
4) Os celulares que substituem os isqueiros e fazem o mesmo efeito.
5) O Bono, com a venda nos olhos, caminhando pelo braço do palco até chegar no microfone.
6) O The Edge com seu baixo e tocando teclado.
7) Aquela musiquinha irlandesa que o Bono tocou no violão.
E, finalmente, o fim: a multidão cantando "How long, how long must we sing this song?". A banda se despedindo e a galera continuando a cantar...
Se eu quase chorei aqui, imagina o que aquelas pessoas não sentiram.
Not fair. O show foi ótimo. Fodástico. E eu não fui!
terça-feira, fevereiro 21, 2006
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
(..so that our souls may finally rest)

"Please, listen to me.
The ArchBishop Lazarus, he led us down here to find the lost prince.
The bastard led us into a trap!
Now everyone is dead... killed by a demon he called the Butcher.
Avenge us!
Find this butcher and slay him
so that our souls may finally rest...
Your death will be avenged!"
Diablo I começa numa cidade. Logo você acha o caminho para a Igreja, onde um cidadão pronuncia as palavras acima e morre. Você responde dizendo que vai vingá-lo e ai tem uma missão: matar o Butcher. A primeira de muitas, devo advertir.
Tirando Biohazard, Diablo era o jogo que eu mais temia. E por isso mesmo o adorava. É mais ou menos como meu fascínio por filmes de terror: posso ter pesadelos a noite, mas nem por isso vou me privar da adrenalina dos sustos, do medo.
Quanto aos diálogos, tenho vários deles guardados na memória, assim como tenho várias letras de música, trechos de peças encenadas, de palavras ditas. Às vezes meu cérebro parece um grande buraco negro: você nunca sabe o que vai encontrar lá!
Hoje encontrei o diálogo de Diablo. Ficou repetindo, repetindo e repetindo, como um disco riscado. Amanhã, quem sabe o que irei encontrar?
domingo, fevereiro 12, 2006
(...i'll dance myself into the tomb)
Is it wrong to understand
The fear that dwells inside a man
What's it like to be a loon
Já descobri que não sei tudo o que quero da vida. Mas sei algumas coisas que não quero.
Não quero viver com medo, não quero viver insegura. Não serei mais ciumenta. Pretendo deixar de lado a acomodação.
Não quero morar em uma fazenda. Não me vejo como alguém envolvida em papeladas, enterrada na burocracia. Não quero um trabalho chato. Não preciso de um namorado, só pra dizer que estou namorando.
Não quero alguém pra controlar minha vida. Mas quero algo que a controle. Metas, objetivos, sonhos.
Não quero ir sozinha pra Inglaterra, mas também não quero morar aqui pra sempre. Quero conhecer o mundo, passar férias em outro país, em outra cidade, numa chácara ou na praia. Quero duas filhas, não quero filhos. Não quero me casar agora, mas também não quero ter que escolher uma pós-graduação enquanto isso.
Quero assistir filme no sofá de casa ou ir ao cinema de vez em quando. Quero sair com meus amigos pra fazer compras ou comer alguma coisa depois do trabalho. Quero almoçar com alguém que eu goste e falar sobre tudo ou coisa alguma. Quero sair de madrugada pela XV e reparar nas luzes amarelas, tão semelhantes as que vemos nas fotos da Europa.
Quero ir a um barzinho quando der vontade, a um show de uma banda que eu goste. Quero ter alguém sempre por perto, mas não quero me sentir sufocada com isso. Quero vencer meu medo de dirigir - um carro ou a minha própria vida.
E estou quase lá! Apesar do começo meio lento, quase como uma idosa ao volante de tanto cuidado, estou tentando definir minhas metas. Governar meu destino. Fazer as minhas próprias escolhas ao invés de ser empurrada pela vida contra elas. O conhecimento eu já tenho, falta só colocar em prática.
The fear that dwells inside a man
What's it like to be a loon
Já descobri que não sei tudo o que quero da vida. Mas sei algumas coisas que não quero.
Não quero viver com medo, não quero viver insegura. Não serei mais ciumenta. Pretendo deixar de lado a acomodação.
Não quero morar em uma fazenda. Não me vejo como alguém envolvida em papeladas, enterrada na burocracia. Não quero um trabalho chato. Não preciso de um namorado, só pra dizer que estou namorando.
Não quero alguém pra controlar minha vida. Mas quero algo que a controle. Metas, objetivos, sonhos.
Não quero ir sozinha pra Inglaterra, mas também não quero morar aqui pra sempre. Quero conhecer o mundo, passar férias em outro país, em outra cidade, numa chácara ou na praia. Quero duas filhas, não quero filhos. Não quero me casar agora, mas também não quero ter que escolher uma pós-graduação enquanto isso.
Quero assistir filme no sofá de casa ou ir ao cinema de vez em quando. Quero sair com meus amigos pra fazer compras ou comer alguma coisa depois do trabalho. Quero almoçar com alguém que eu goste e falar sobre tudo ou coisa alguma. Quero sair de madrugada pela XV e reparar nas luzes amarelas, tão semelhantes as que vemos nas fotos da Europa.
Quero ir a um barzinho quando der vontade, a um show de uma banda que eu goste. Quero ter alguém sempre por perto, mas não quero me sentir sufocada com isso. Quero vencer meu medo de dirigir - um carro ou a minha própria vida.
E estou quase lá! Apesar do começo meio lento, quase como uma idosa ao volante de tanto cuidado, estou tentando definir minhas metas. Governar meu destino. Fazer as minhas próprias escolhas ao invés de ser empurrada pela vida contra elas. O conhecimento eu já tenho, falta só colocar em prática.
(...a nova era e os erros de português)
Emposto. Lansamento. E tantos erros mais que já nem me lembro.
A gramática é "estrupada" todo dia e a ortografia já foi enterrada há tempos.
Pode parecer bobagem. É até chatice da minha parte. Mas toda vez que ouço ou leio algo assim fico angustiada.
Privilégio - e não previlégio - de quem estudou parte da vida em escola particular. Sorte minha ter pais que me incentivaram a escrever correto. A questão é que cada palavra errada me faz questionar o sistema de ensino do país. A falta de leitura dos cidadãos.
Tem coisas que são ÓBVIAS. Você lê todo dia no jornal ou em revista. Vê na internet ou em folders publicitários. Não é possível que alguém escreva errado "intacta", por exemplo.
Tem dias em que até eu fico em dúvida. Esqueço como escreve uma palavra qualquer. Não lembro se é com i, com x, com z ou se tem crase ou não. Nessas horas utilizo todo o meu conhecimento em internet e...procuro um dicionário online!
Não adianta culpar a tecnologia pela ignorância das pessoas. Eu passei mais tempo da vida em frente a um computador do que milhares delas. E nem por isso meu português saiu arranhado.
Base. Educação. Incentivo.
Ainda acho que obrigar uma criança a escrever 100x - corretamente - a palavra que errou é uma boa forma de fazê-la não esquecer jamais.
Eu, por exemplo, depois dos 8, nunca mais tive problemas com oxigênio.
A gramática é "estrupada" todo dia e a ortografia já foi enterrada há tempos.
Pode parecer bobagem. É até chatice da minha parte. Mas toda vez que ouço ou leio algo assim fico angustiada.
Privilégio - e não previlégio - de quem estudou parte da vida em escola particular. Sorte minha ter pais que me incentivaram a escrever correto. A questão é que cada palavra errada me faz questionar o sistema de ensino do país. A falta de leitura dos cidadãos.
Tem coisas que são ÓBVIAS. Você lê todo dia no jornal ou em revista. Vê na internet ou em folders publicitários. Não é possível que alguém escreva errado "intacta", por exemplo.
Tem dias em que até eu fico em dúvida. Esqueço como escreve uma palavra qualquer. Não lembro se é com i, com x, com z ou se tem crase ou não. Nessas horas utilizo todo o meu conhecimento em internet e...procuro um dicionário online!
Não adianta culpar a tecnologia pela ignorância das pessoas. Eu passei mais tempo da vida em frente a um computador do que milhares delas. E nem por isso meu português saiu arranhado.
Base. Educação. Incentivo.
Ainda acho que obrigar uma criança a escrever 100x - corretamente - a palavra que errou é uma boa forma de fazê-la não esquecer jamais.
Eu, por exemplo, depois dos 8, nunca mais tive problemas com oxigênio.
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
(...quanto tempo dura?)

Se lembra que ia durar pra sempre?
Que tudo era uma questão de tempo?
(JOHNZ)
Quanto tempo dura um estágio? Quanto tempo dura uma amizade?
Até quando durará um namoro?
Quanto tempo temos pra aprender, pra conhecer, pra descobrir?
Quanto tempo dura uma vida? E quanto tempo dura a morte? Se existe também uma pós-vida, quanto tempo é necessário para vivê-la?
Tempo, meus senhores, é algo que a gente não valoriza. A não ser quando temos os dias contados.
Eu não quero sentir
Nada que eu tenha que definir.
(JOHNZ)
A contagem regressiva começou há muito tempo. A vida é uma eterna corrida contra a ampulheta.
O estágio está chegando ao fim. A página do relacionamento está prestes a ser virada. E as amizades? Espero que, com essas, o tempo não acabe nunca.
Give me a break. I need MORE time.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
(...jealousy will drive you mad)
Feelings I can't fight
(Roxanne)
You're free to leave me
Just don't deceive me
And please believe me
When I say, I love you
Ciúme, assim como o amor, é algo que a gente não evita. Você pode fingir que não ama, pode fingir que não sente, mas no fundo, no fundo todo mundo tem ciúme daquilo que gosta. Ninguém gosta de perder - ou repartir - o que ama, certo?
Ciúme doentio é uma coisa. Instinto feminino, outra totalmente diferente. Mulher sempre sabe quando a outra está de olho no que consideramos nosso.
Sim, eu morro de ciúmes de você. Pode não ser normal para os outros. Pode não ser normal em você. Mas que culpa tenho eu se sou egoísta, ciumenta, possessiva e desconfiada?
Que culpa tenho eu se existem milhões de garotinhas deixando recados pra você naquela porcaria de orkut?
Como se já não bastasse as barangas no carnaval - não, eu não esqueci a garota -, ainda tenho que aguentar um bando de pirralha babando o ovo. Mas deixa estar, jacaré. Um dia 'nocauteio' todas elas.
Meu ciúme é meu. As opiniões também são minhas. Um dia coloco uma plaquinha de patrimônio em você e ai de quem ousar ultrapassar os "limites".
Just kidding. (Ou não).
(Roxanne)
You're free to leave me
Just don't deceive me
And please believe me
When I say, I love you
Ciúme, assim como o amor, é algo que a gente não evita. Você pode fingir que não ama, pode fingir que não sente, mas no fundo, no fundo todo mundo tem ciúme daquilo que gosta. Ninguém gosta de perder - ou repartir - o que ama, certo?
Ciúme doentio é uma coisa. Instinto feminino, outra totalmente diferente. Mulher sempre sabe quando a outra está de olho no que consideramos nosso.
Sim, eu morro de ciúmes de você. Pode não ser normal para os outros. Pode não ser normal em você. Mas que culpa tenho eu se sou egoísta, ciumenta, possessiva e desconfiada?
Que culpa tenho eu se existem milhões de garotinhas deixando recados pra você naquela porcaria de orkut?
Como se já não bastasse as barangas no carnaval - não, eu não esqueci a garota -, ainda tenho que aguentar um bando de pirralha babando o ovo. Mas deixa estar, jacaré. Um dia 'nocauteio' todas elas.
Meu ciúme é meu. As opiniões também são minhas. Um dia coloco uma plaquinha de patrimônio em você e ai de quem ousar ultrapassar os "limites".
Just kidding. (Ou não).
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
(...still loving you)
Love, our love
Just shouldn't be thrown away
I will be there, I will be there
Eu posso não ser uma redatora muito eficiente, meus textos nunca saem do blog, mas pelo menos dessa vez isso aqui serviu pra alguma coisa.
I'm happy. I hope you're happy too!
E fica aqui um post feliz, pra diminuir a proporção dos tristes que existem nesse blog.
Just shouldn't be thrown away
I will be there, I will be there
Eu posso não ser uma redatora muito eficiente, meus textos nunca saem do blog, mas pelo menos dessa vez isso aqui serviu pra alguma coisa.
I'm happy. I hope you're happy too!
E fica aqui um post feliz, pra diminuir a proporção dos tristes que existem nesse blog.
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